Modalidade: Consolidação
O objetivo deste curso é propiciar aos treinandos a possibilidade de adquirir proficiência no manuseio das vias aéreas na emergência, aplicando o algoritmo de vias aéreas difíceis da Sociedade Americana de Anestesiologia e o uso de técnicas associadas para este fim.
O treinamento simulado focaliza o desenvolvimento de habilidades específicas em várias técnicas de manuseio das vias aéreas, incluindo: intubação retrógrada, estilete luminoso, trocador de tubos, máscaras laríngeas, Combitube, ventilação à jato transtraqueal e cricotirotomia.
Cenários clínicos semelhantes a casos reais, são reproduzidos no Simulador Real de Pacientes (um robô com características fisiológicas e farmacológicas semelhantes ao ser humano), com a finalidade de exercitar aspectos técnicos e comportamentais do manuseio de situações críticas, como a via aérea difícil. Após cada cenário, são realizadas discussões em grupo para estimular o aprimoramento do desempenho individual e da equipe.
Ao final do curso, o treinando deverá estar apto a identificar uma via aérea difícil, preparar um planejamento adequado para uma abordagem segura e demonstrar habilidades nas diversas técnicas invasivas e não invasivas de abordagem das vias aéreas.
1. Propedêutica das vias aéreas
2. Manuseio das vias aéreas
3. Técnicas não-invasivas de intubação traqueal
4. Técnicas invasivas de intubação traqueal
5. Algoritmo de via aérea difícil
Médicos e graduandos em medicina a partir do nono período, especialmente aqueles que trabalham rotineiramente em emergências, unidades de terapia intensiva e anestesiologia.
8 horas (1 dia).
• Aulas expositivas;
• Simulações demonstrativas;
• Treinamento de habilidades específicas em estações estáticas;
• Atuação de equipes em simulações clínicas;
• Discussão dos casos;
1. Avaliação das vias aéreas
1.1. Discutir a epidemiologia.
1.2. Rever a anatomia das vias aéreas.
1.3. Realizar a propedêutica dirigida.
1.4. Reconhecer os fatores predisponentes da via aérea difícil.
2. Manuseio das vias aéreas
2.1 Realizar a técnica de intubação convencional.
2.2 Realizar a técnica de uso do estilete luminoso.
2.3 Realizar a técnica de uso de guias para IOT.
2.4 Realizar a técnica de uso do trocador de tubos.
3. Técnicas não-invasivas de intubação orotraqueal
3.1. Discutir o uso da máscara laríngea tradicional.
3.2. Realizar a técnica de uso da máscara laríngea.
3.3. Discutir o uso do combitube.
3.4. Realizar a técnica de inserção do combitube.
4. Técnicas invasivas de intubação orotraqueal
4.1. Realizar a técnica de intubação retrógrada.
4.2. Realizar a técnica de cricotirostomia.
4.3. Realizar a técnica de ventilação a jato transtraqueal.
4.4. Discutir as indicações e contra-indicações da traqueostomia.
5. Algoritmo de via aérea difíci
5.1. Discutir a aplicação do algoritmo em situação eletiva;
5.2. Discutir a aplicação do algoritmo em situação emergencial.
5.3. Discutir a aplicação do algoritmo em situações especiais.
5.4. Discutir a extubação na via aérea difícil.